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Contando histórias – Acompanhamento de Gestantes


Cintia Fabris, 28 anos, Analista de Controladoria, Elo Farma – 1ª gestação

Atualmente, com 36 semanas – seis meses e meio -, Cintia aguarda ansiosamente à espera do pequeno Arthur, que tem previsão de nascer no começo de dezembro de 2017. Cintia suspeitou que estava grávida com doze semanas, decidiu fazer o exame de sangue, que para sua boa surpresa, deu positivo.

Imediatamente já começou a se organizar para iniciar o pré-natal. Em posse do exame de sangue, Cintia marcou sua primeira consulta no ginecologista para acompanhar a gestação. Mamãe de primeira viagem, ela chegou no consultório cheia de dúvidas e questionamentos.

Ainda com doze semanas, foi encaminhada para fazer sua primeira ultrassonografia, a ultrassom do primeiro trimestre. Além do ultrassom, a mamãe também foi orientada a fazer cerca de vinte exames, necessários para saber se a saúde da mamãe está em dia.

Com os exames em mãos, Cintia voltou para sua segunda consulta do pré-natal (já com dezesseis semanas), onde teve sua bateria de exames analisadas e aprovadas. Já pegou encaminhamento para fazer a ultrassom chamada translucência nucal, que verifica acúmulo de líquido na região da nuca do feto. Traduzindo, é capaz de identificar síndromes e afins.

A próxima consulta foi com vinte semanas, onde recebeu a notícia que a gravidez estava ótima e o desenvolvimento do bebê está indo muito bem. Para as próximas semanas – entre 22 e 24 semanas de gestação – teve a missão de fazer a ultrassom morfológica, aquela ultra que examina minuciosamente o bebê e o desenvolvimento do seu corpo e de seus órgãos, e estava tudo bem. A melhor parte dessa ultrassom foi descobrir o sexo: É macho! Arthur se revelou e alegrou, principalmente, o coração do papai Leonardo.

Se encaminhando para o nono mês, Cintia faz o pré-natal em consultas mensais. Sua gravidez está sendo tranquila e segundo ela, muito gostosa.

A mãe no ambiente corporativo

Após descobrir que estava grávida, Cintia compartilhou a informação com seu gestor Deiverson Almeida.

Em uma conversa rotineira profissional, onde trataram de demandas, rotina de trabalho e etc, Deiverson recebeu a notícia: “Estou grávida”. Segundo Cintia a aceitação do gestor foi muito tranquila e não sentiu reação negativa, muito pelo contrário, ele ficou feliz por ela.

A partir de então a rotina teve algumas alterações, pois a consultas e exames passaram a fazer parte da realidade de toda equipe, o cronograma é o seguinte:

Pré-natal: Uma vez ao mês – Cintia sempre marca no início da manhã ou no final da tarde;

Exames: Rotineiros – Feitos sempre antes do expediente, pois os laboratórios abrem bem cedo.

Um ponto importante que é válido ressaltar, é a fala da Cintia quanto a parceria entre empresa e gestante. “Precisamos ajudar a empresa para ela também nos ajudar. Sempre marco consultas no início ou no final do expediente, por conta do horário e nunca no começo ou final do mês, períodos onde a demanda é maior. A empresa conta comigo e eu preciso corresponder. Gravidez não é sinônimo de corpo mole ou incapacidade. Sou muito profissional quanto a isso”.

Questionada se pretende continuar trabalhando após o nascimento de Arthur, Cintia foi firme em sua resposta: “sim, eu quero voltar e continuar trabalhando normalmente”. Contrapartida, perguntou se a empresa tem interesse que as mães voltem, se há uma cultura de dispensa nesses casos, e o RH junto com seu gestor, com toda firmeza respondeu que o interesse da empresa é que profissionais que saibam equilibrar o acompanhamento do bebê com a vida profissional sendo comprometidas e dedicadas.

Aguardemos cenas do próximo capítulo de Arthur, que segundo a mamãe Cintia tem previsão de chegada na primeira semana de dezembro. Que venha com muita saúde.

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